
A roda inexorável refez o ciclo de poeira. No seu centro metálico, trovões goravam os ovos do acaso. Desviei meu olhar do espetáculo da consumação de uma luz incapaz de projetar sombra. Quando ergui novamente os olhos, uma espécie de ó indeciso pairava sobre o pesadelo esquecido. Voltei a casa, inebriado ainda pelo cheiro de bosta de galinha.
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