
Quando? indago à tarde exaustiva. E o eco do delírio me responde com outra indagação não menos absurda: quem? Olho meus dedos resignados. tempo refolhado em tristeza esparsa. Meus pés avançam nas pedras da calçada, magma frio. Penetro na bruma, sua carne é memória e excitação. Uma palavra aflora nos meus lábios ressequidos: vórtice.
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