Onde se refugiaram as algas neste mar de escolhos? Em que túnel escuro, margem estelar do esquecimento, vociferaram as palavras que não ouvi? Quem pôde oferecer um sacrifício incruento no leito em que fui gerado? Nunca pude contemplar o que se formava em mim quando o turbilhão de água e sonho girou em sentido anti-horário. Em razão disso, trago as mãos revestidas de uma luva de pedra, inanição do inane.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
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